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QUASE 3 MIL ARMAS de fogo registradas em nome de caçadores, atiradores e colecionadores, os CACs, além de clubes de tiro, foram roubadas ou extraviadas no Brasil desde janeiro de 2018. É um problema que tende a se agravar em 2022. Se for mantida a média registrada entre janeiro e maio, os casos de armas legais cujo destino passou a ser ignorado pelas autoridades irão ultrapassar, de longe, os dos quatro anos anteriores.

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